Contrato periódico de controle de pragas para condomínios no Rio
Em condomínio, tratar um apartamento de cada vez não resolve: baratas, ratos e mosquitos circulam pelas áreas comuns e voltam. Por isso o formato que mais oferecemos na cidade do Rio é o contrato periódico, em que o síndico define com a nossa equipe uma rotina de visitas para as áreas comuns — garagem, casa de máquinas, lixeiras, caixas de gordura, prumadas, jardins e áreas de lazer — e recebe a documentação de cada visita.
O programa é montado depois de uma vistoria no prédio. Nela identificamos onde as pragas entram e se abrigam, quais serviços fazem sentido para aquele edifício (dedetização, desratização, desinsetização contra mosquitos, limpeza dos reservatórios) e qual frequência é adequada. O orçamento sai por escrito, em nome do condomínio, para o síndico levar à assembleia ou ao conselho.
O que o síndico recebe em cada visita
Síndico precisa de papel: é ele quem responde perante os moradores e a fiscalização. Depois de cada atendimento entregamos os documentos que a administração precisa arquivar e apresentar quando solicitado.
- Comprovante de execução do serviço, com os produtos aplicados e o respectivo registro na Anvisa
- Nota fiscal em nome do condomínio
- Relatório de visita indicando as áreas tratadas e as ocorrências encontradas
- Mapa dos porta-iscas instalados, quando há desratização
- Orientações de vedação, limpeza e manutenção para a equipe do prédio
- Cartaz para afixar nas áreas comuns, informando os moradores sobre a aplicação (art. 20 da RDC 622/2022)
Cartaz informativo em prédios de uso coletivo e comerciais
Em condomínios, prédios comerciais, escolas e demais edificações de uso coletivo, a RDC Anvisa nº 622/2022 (art. 20) exige que a empresa afixe, em local visível, um cartaz informando que o ambiente foi tratado. Ao final de cada visita deixamos o cartaz com a administração, contendo o nome do produto e o grupo químico aplicado, a data da aplicação, o telefone do Centro de Informação Toxicológica, os contatos da ImuniValle e o nome e o registro do responsável técnico. O síndico ou o gestor do prédio fixa o cartaz na portaria, no elevador ou no mural, onde os moradores e frequentadores possam ler.
Prédios antigos do Centro, Flamengo, Copacabana e Tijuca
Os edifícios mais antigos da Zona Sul, do Centro e da Grande Tijuca têm uma característica em comum: shafts, prumadas de esgoto e poços de ventilação que ligam todos os andares. É por ali que a barata americana sobe da rede pública para as cozinhas e que o rato de telhado se desloca entre a garagem e a cobertura. Nesses prédios o tratamento das áreas comuns — caixas de gordura, ralos coletivos, lixeiras, casa de bombas e garagem — é o que faz a diferença entre uma melhora passageira e um problema resolvido.
Também é nesses edifícios que encontramos cupim de madeira seca em esquadrias, portas maciças e assoalhos de tábua corrida originais. A administração costuma nos chamar quando o problema aparece em várias unidades ao mesmo tempo; fazemos a vistoria por unidade, tratamos as peças atacadas por injeção e orientamos o síndico sobre as áreas comuns com madeiramento, como o salão de festas e a portaria.
Condomínios-clube da Barra, Recreio e Jacarepaguá
Na Barra da Tijuca, no Recreio e em Jacarepaguá, o desafio é outro: condomínios extensos, com lagos, jardins, quadras, piscinas, várias garagens e áreas de lixo distribuídas. Ali o programa periódico combina desinsetização contra pernilongos e Aedes aegypti nas áreas de lazer, desratização das áreas externas e do perímetro com porta-iscas numerados, dedetização das áreas comuns fechadas e a limpeza das cisternas e dos reservatórios superiores. Coordenamos os horários com a administração para não interferir na rotina dos moradores e entregamos a documentação por bloco quando o condomínio precisa.
Atendimento avulso ao morador no apartamento
Nem todo problema é do prédio. Moradores de Copacabana, Ipanema, Botafogo, Tijuca e Méier nos chamam para baratas na cozinha, formigas nos armários, pulgas trazidas por pets e traças em guarda-roupas. Nesses casos o atendimento é individual: você envia o bairro e uma foto do problema pelo WhatsApp, recebe o orçamento, agendamos a visita e o técnico faz a aplicação no apartamento, com certificado e garantia por escrito. Quando percebemos que a origem está nas áreas comuns, informamos para que você leve ao síndico — e podemos apresentar uma proposta ao condomínio.
Restaurantes, escritórios e clínicas: documentação para a fiscalização
Além dos condomínios, atendemos cozinhas de restaurantes e bares do Centro, da Lapa e da Zona Sul, escritórios em edifícios corporativos e clínicas que precisam comprovar o controle de pragas para a Vigilância Sanitária municipal. Trabalhamos fora do horário de funcionamento do estabelecimento sempre que a agenda permite e emitimos certificado por unidade atendida. Para redes com mais de um endereço na cidade, organizamos um único cronograma.
Atendimento em Rio de Janeiro
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